10 de out de 2011

ASSALTANTE ROUBA EM PIZZARIA, MATA GARÇOM E É MORTO PELA PM

Um crime de latrocínio (roubo seguido de morte) e na sequência uma perseguição policial e um suspeito morto a tiros, movimentaram o cenário policial em Mossoró na noite de ontem, 09, em Mossoró. Era pouco mais de 23h30, quando um assaltante invadiu uma pizzaria localizada na Rua José P. de Aquino, conjunto Abolição III, anunciou um assalto e conseguiu roubar uma quantia em dinheiro, aparelhos de telefone celular e alguns objetos pessoais de clientes e funcionários. Após fazer um verdadeiro arrastão no estabelecimento, o bandido se preparava para fugir quando a sua arma, um revólver calibre 38, caiu no chão e efetuou um disparo. O bandido apanhou a arma do chão e ainda fez mais um disparo que atingiu o garçom João Batista Forte de Sá, 21 anos, que morreu no local. Quando se preparava para fugir com o produto do roubo na mão, policiais militares que passava pelo local em uma guarnição perceberam a movimentação e ao se aproximarem do local observaram que um homem em fuga. Os policiais se certificaram que no estabelecimento acabava de acontecer um crime de latrocínio e então solicitaram reforço e foi iniciada uma verdadeira caçada policial ao suspeito dos crimes. Momento depois a polícia consegue alcançar o suspeito, identificado como José Francisco Leite da Silva, mais conhecido como “Boy Zezinho”, que tentou se esconder em um matagal e ainda chegou a efetuar disparos de revólver contra os policiais que revidaram e o atingiram. Francisco Leite ainda foi socorrido com vida, mas morreu ao dar entrada no Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM). José Francisco Leite da Silva era foragido do Complexo Penal Estadual Agrícola Mário Negócio CPEAMN), onde cumpria pena por assalto, Artigo 157. A fuga da unidade prisional aconteceu no dia 6 deste mês, três dias atrás. De acordo com o vice-diretor do presídio José Wilson da Silva, Francisco Leite era considerado um bandido perigoso.

<VEJA AS IMAGENS>

Sargento Andrade.

1 comentários:

Anônimo disse...

Parabéns à gloriosa, que agiu no estrito cumprimento do dever legal.
E que pena a morte de mais um trabalhador.

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